Diplô Online
Se questo è un Uomo (que ri)?
A Mostra Mundo Árabe de Cinema no CCBB em São Paulo evoca reflexões sobre Palestina
O caso Bolsonaro não é lawfare
Depois de anos imersos em ditaduras sangrentas, não podemos permitir anistia nem amnésia. O caso Bolsonaro não é lawfare
Quando a indumentária revela a crise do multilateralismo
A imagem é uma ferramenta de poder, uma forma de linguagem que constrói realidades, em vez de apenas refletir
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Mal-estar docente: 12 pontos sobre o pessimismo
Cabe exclamar ao leitor e a leitora que não houve prazer na prescrita. E, portanto, trata-se do pessimismo da razão
Patrimônio cultural no país do ‘Vale Tudo’
Os escândalos da política urbana brasileira não são novos, mas têm ganhado novos contornos com estratégias de comunicação e articulação, sobretudo quando atravessam conselhos participativos e deliberativos. Na esfera dos órgãos de preservação do patrimônio, cabe perguntar: como defender o patrimônio cultural diante de uma elite que odeia o próprio país?
A ilusão dos Chatbots como companhia: seria a alteridade analógica?
O uso da inteligência artificial para mimetizar conversas tem crescido exponencialmente
Além da finitude: o sujeito poético de Fernanda Spinelli
Imago é a nova obra da autora paulistana e trata da relação entre o nascimento e o renascimento do ser
Por uma economia plural
O interesse individual exprime-se no mercado, cuja sanção é o lucro. O mercado, contudo, não pode assegurar as duas funções para as quais não foi concebido: a reprodução dos recursos humanos e dos recursos naturaisRené Passet
A resistível ascensão de Ronald McDonald
A frivolidade do fast-food contrói-se contra a majestade da haute cuisine. Cada um serve o discurso simbólico do outro, e graças a eles a França e os Estados Unidos apresentam-se assim ao mundoRick Fantasia
A nova bíblia de Tio Sam
Os efeitos da nova vulgata são tão poderosos e perniciosos que ela é veiculada não apenas pelos partidários do neoliberalismo, mas por produtores culturais e militantes de esquerda que, em sua maioria, ainda se consideram progressistasPierre Bourdieu , Loïc Wacquant
A língua “dolarizada”
Aquilo que em qualquer outro país, não passaria de servilismo lingüístico voluntário, ganha imediatamente, na França, a dimensão de um casus belli. Defender o direito de se exprimir na sua própria língua equivale a um ato de agressão contra os Estados UnidosBernard Cassen
O romance do fim do mundo
Cada indivíduo deveria sentir-se parte integrante de um grupo estreitamente definido, e só em seguida definir-se pela sua profissão, pela sua comunidade, como cidadão de uma nação ou do mundo. É fundamental lutar contra a noção de cidadaniaSusan George
A história esquecida da autonomia cultural
Balcãs, Irlanda do Norte, País Basco, Cáucaso, Indonésia etc. Cada vez mais os conflitos que caracterizam o período atual dizem respeito à questão das minorias e de seus direitos. A autonomia pessoal pode ser um modelo bastante rico no futuroYves Plasseraud
A estranha ética dos jornalistas
Tendo internalizado a lógica do capitalismo, a maior parte dos profissionais da imprensa adere livremente às suas exigências. Agem de forma orquestrada sem necessidade de se orquestrarem. Sua identidade de inspiração torna desnecessária a conspiraçãoAlain Accardo
A reinvenção do teatro político
Um violino, uma mulher sentada numa cadeira, silêncio. Yolanda Mukagasana depõe sobre o martírio de seu povo: “Contarei, todo o dia, o que eu vi. Quem não quiser escutar, será cúmplice.”Sylviane Bernard
Os escravos do telemarketing
O slogan de uma central de atendimento resume de forma clara a vida dos operadores: “A seu serviço sete dias por semana, 24 horas por dia: espírito dinâmico, polivalência, facilidade de adaptação, nunca doente, sem atrasos e… sobretudo nada de férias”Gilles Balbastre
As duas globalizações
Como hoje, também na Inglaterra do século XIX a “liberdade” dos mercados foi assegurada pela intervenção estatal e pela concentração do poder nas mãos de uma grande potênciaNoëlle Burgi, Philip S. Golub
Quando a lei vira mercadoria
Refúgios de criminosos, os paraísos fiscais prosperam graças a contradições. Não têm leis, mas vendem fachadas de legalidade. Sobrevivem amparados no princípio da soberania nacional, mas violam a soberania das demais nações. Para enfrentá-los, a comunidade internacional precisará admitir que as sociedades valem mais que os mercadosJean De Maillard
A era da passividade
Cada vez mais associada à propaganda, a mídia mostra a vida social como uma sucessão de “grandes fatos”, que o cidadão deve limitar-se a assistir. Consumo, logo existo! Esta é a máxima que parece resumir o nosso tempoFrançois Brune
O quebra-cabeça das minorias
Representados no Parlamento, os húngaros fazem parte da multiétnica sociedade eslovaca, bem como os ciganos. Ao contrário destes, porém, desenvolvem uma atividade cultural em clima de liberdadeKarel Bartak
As máfias e as crises financeiras
O FMI calcula a massa circulante de dinheiro sujo entre 1 e 5% do PIB mundial. Essa cifra astronômica teria ajudado a deflagrar as crises que abalaram as economias mexicana (1994-95), asiáticas (1997) e russa (1998)Guilhem Fabre
Alarme ecológico
A revista bimensal editada pelo Diplô chega à edição 50. Um conjunto de artigos focaliza as principais ameaças ao equilíbrio ecológico do planetaAgnès Sinaï
Quando o cinema fez guerrilha contra os EUA
Um quarto de século após a derrota norte-americana, vale a pena lembrar os documentários de cineastas independentes, que ajudaram a juventude a enxergar os horrores da guerra e a levantar-se contra elaIgnacio Ramonet
Viagem ao coração da guerrilha
Reportagem sobre as FARC, o grupo guerrilheiro mais antigo da América Latina: as relações entre os combatentes e o povo, as suspeitas de envolvimento com o narcotráfico, a escalada militar norte-americana, as saídas para pacificar um país onde lutar por justiça social pode ser sinônimo de estar condenado à morteMaurice Lemoine
Balanço da esquerda no poder
Obra revela compromissos que o primeiro-ministro rompeu, mas procura defendê-lo apresentando atenuantes que não convencemSerge Halimi
O mito enganoso do pós-nacional
O Estado-Nação não está morto — e a maior prova são os EUA, que continuam moldando a globalização segundo seus interesses. Para enfrentar a hegemonia norte-americana, a saída é propor, como alternativa ao livre comércio, a ampliação dos direitos sociaisNoëlle Burgi, Philip S. Golub

