Diplô Online
Soberania inuit, terras raras e o “Domo de Ouro” na fratura entre EUA e União Europeia
Os inuit sabem que a briga não é por um “pedaço de gelo”, como alega Trump. O que está em disputa não é a paisagem branca, mas o que ela esconde. A Groenlândia abriga vastas reservas de terras raras, metais críticos indispensáveis para a transição energética, a indústria digital e a economia de baixo carbono
O dia que nunca pensamos que chegaria
A um mês do julgamento no STF do caso Marielle e Anderson, Brasil encara a possibilidade histórica de romper um ciclo de impunidade
Janeiro Branco e o chamado à saúde mental coletiva em um mundo de assimetrias
No que a violência estrutural se conecta com a saúde mental coletiva?
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Do sertão ao horror distópico
O novo romance do escritor cearense João Matias expõe Brasil entre descaso ambiental, violência e retirantes
O litígio como forma de enfrentar a crise do clima
Na COP30, sociedade civil se reúne para pensar possibilidades de litígio como estratégia para enfrentar as mudanças climáticas
COP 30 e o Acordo de Escazú: soberania, democracia e sustentabilidade em jogo
Transparência, democracia e proteção da vida diante da expansão do crime organizado e da crise climática
Vai à COP em Belém? Visite os porões dos casarões históricos da cidade
Ao visitar Belém durante a COP, vale olhar além dos debates oficiais e dos espaços de visibilidade
É hora de comemorar, presidente?
É impressionante a irresponsabilidade daquele que ocupa a chefia da nação e que deveria nos conduzir com sobriedade nesse momento tão difícil
É hora de abandonar o vírus do liberalismo econômico
A pandemia do coronavírus expõe as fraquezas e as vísceras do liberalismo econômico que é incapaz de propor políticas públicas que salve vidas. Ao contrário, defende a aplicação de um individualismo autodestrutivo, que arruína o coletivo, do qual o próprio indivíduo faz parte.
Coronavírus e os contratos
A possibilidade de revisão e rescisão dos contratos diante de eventos extraordinários deve ser lembrada nesses dias atuais em que a população ficará em isolamento.
É hora de sair
Bolsonaro cruzou o Rubicão da falta de bom senso, do desprezo e da falta de dignidade para com o cargo
Pandemias e crises: do feudalismo à sociedade capitalista atual
Sociedades só colapsam com epidemias, como o Covid-19, quando já estão muito doentes.
Emendas à Constituição Russa
As emendas à Constituição da Federação da Rússia foram anunciadas em 15 de janeiro, durante a proclamação anual do presidente Vladimir Putin à Assembleia Federal Russa. Nesse mesmo dia, o presidente emitiu um decreto para a criação de um grupo de trabalho, incluindo parlamentares, representantes da academia, da cultura e da sociedade, para desenhar propostas para a Constituição.
Aproveitando a crise para intensificar a concentração de riquezas
Diante desse cenário de “crise permanente”, utilizada como ferramenta retórica para “fundamentar” a “urgência” de “reformas salvadoras” que na prática cuidam mesmo é do avanço dos interesses do poder econômico, hoje centrados na especulação rentista e na euforia do lucro rápido do capital, essa era neoliberal Michel Temer-Jair Bolsonaro tem aprovado, chamando de “reformas”, o que na prática tem sido nítidas DEformas ou mesmo demolições. Mudanças que representam perdas e retrocessos, sempre apresentados ao povo com simbologia imaginária de “modernização”, “salvação”, “responsabilidade” e “seriedade”.
A favela nos tempos do coronavírus
Até o momento as notícias que nos chegam são relacionadas principalmente à pandemia dos ricos. Mas como esse cenário de catástrofe global irá se desenrolar entre os 12 milhões de brasileiros que moram em favelas?
O design inteligente do mercado
Somente mistura de fé e oportunismo parece explicar aposta redobrada na atual política econômica
COVID -19 – um vírus que perfura a retórica política
O historiador americano David Landes já havia apontado em sua obra “A riqueza e a pobreza das nações: por que algumas são tão ricas e outras tão pobres” (1998) que o aumento considerável da expectativa de vida nos dias de hoje se deve mais às conquistas na área preventiva e à disseminação dos hábitos de higiene do que a melhores remédios.
As ideias continuam fora do lugar
O discurso está certamente fora do lugar. O Brasil, desde Fernando Collor, mas principalmente com Fernando Henrique Cardoso, desregulou relações de trabalho, abriu-se ao comércio exterior, vendeu estatais, etc. O “necessário” ajuste prometia modernizar a economia, provocando crescimento e melhores condições de vida para a população. Não se viu a realização da promessa até 2003. Nos anos seguintes, o melhor momento produtivo veio, mas em um governo muito criticado pelos neoliberais. Hoje, com o Brasil novamente sob a tutela neoliberal, a última PNAD Contínua (31/01/2020) apresentou números pouco alvissareiros à maioria dos brasileiros. Por exemplo, a média de pessoas desocupadas saltou de 7,0 milhões, em 2014, para 12,6 milhões, em 2019.
Dependência, superexploração e neoconservadorismo na América Latina
Os dados da economia nos dão a dimensão da intensificação de nosso processo de desenvolvimento dependente ancorado na superexploração da força de trabalho, por um lado, e, no desdobramento explícito, do que em tempos de expansão econômica é ocultado: o neoconservadorismo. Criminalização, matança e estereotipação sobre territórios e sujeitos criminosos, como substâncias do capital no auge da intensificação das mazelas sociais.
Marx e Engels: uma lição de retórica política para a esquerda
É de suma importância apreender a composição retórica dos argumentos usados por Karl Marx e Friedrich Engels para a construção de um discurso acessível às classes operárias de sua época. Essa observação serve de lição para as esquerdas atuais que almejam alcançar os trabalhadores.
Geopolítica e corporativismo: um capitão entre generais
Os mares e rios que orbitam o perímetro amazônico tem sido objeto de disputas cada vez mais intensas por recursos naturais estratégicos. A costa da Guiana, entre a Venezuela e o Suriname, e a costa do Brasil, entre o Amapá e a Foz do Amazonas, tornaram-se regiões de interesse estratégico para os EUA. Se, na última década, a descoberta do pré-sal na chamada Amazônia Azul estimulou a reabilitação da IV Frota Naval dos EUA, na década atual, as novas fronteiras de exploração na Amazônia Caribenha explica uma parte das tensões entre os governos Trump e Maduro e lança luz sobre alguns dos motivos do alinhamento automático entre os governos Trump e Bolsonaro.
“Artista não precisa baixar o nível para falar com a quebrada”, diz Rincon Sapiência
Aos 34 anos, rapper analisou sua carreira, revelou influências musicais e comentou sobre o que espera do futuro
Frente ao colapso, uma tentação perigosa
A esperança depositada nos investidores internacionais também enfraqueceu com a notícia de que, em 2019, o Brasil simplesmente desapareceu do Índice Global de Confiança para Investimento Estrangeiro, da consultoria americana Kearney, que indica os 25 países mais atraentes para os investidores internacionais. O mesmo índice em que o Brasil ocupava a 3a posição nos anos de 2012 e 2013, tendo caído para o 25º em 2018, e do qual foi simplesmente eliminado na hora das grandes reformas ultraliberais de Paulo Guedes, que supostamente iriam atrair os grandes investidores internacionais.
Terraplanismo, crise da ciência e pós-modernismo
O que a filosofia tem a nos dizer sobre os dilemas que vivemos hoje
Negar a ciência: uma forma de expandir de si mesmo
Os conflitos dos terraplanistas com o conhecimento científico secular sobre a Terra e com a NASA, em específico, também podem dizer bastante sobre o nosso tempo – em que tanto a ciência quanto os aparatos estatais passaram a ser vistos, para grupos significativos das populações mundiais, como instituições ambíguas, cujas práticas são duvidosas e relações são interessadas, diante das quais as posturas possíveis vão desde uma desconfiança inicial até a recusa radical.
Facebook: bem na foto entre turistas, nem tanto entre legisladores
O comissário da Indústria e Mercado Interno da União Europeia, Thierry Breton, rejeitou as propostas de Zuckerberg para regulamentar as plataformas de internet: “Não cabe a nós nos adaptarmos a essa empresa (Facebook), mas sim à empresa adaptar-se a nós”

