Diplô Online
O esvaziamento do multilateralismo e a reconfiguração da ordem internacional
O problema, portanto, não é apenas o enfraquecimento do multilateralismo, mas o que está ocupando o seu lugar
Paulo André Souza utiliza carnaval para abordar violências e paradoxos do Brasil em seu livro de estreia
‘Frevo Noir’ reúne 16 contos que narram desigualdades, crimes, paixões e paradoxos existenciais
O retorno do fóssil Irritator challengeri e o poder da linguagem em disputas internacionais
Como uma “cooperação científica” pode neutralizar o significado de uma reivindicação legítima
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O Irã na reconfiguração estratégica do Oriente Médio
O que está em jogo é mais amplo: a configuração do equilíbrio regional e a limitação das margens de projeção estratégica iraniana em um sistema internacional em reacomodação
Mochilas cor-de-rosa cobertas de sangue: quando a infância vira alvo
Há princípios que deveriam permanecer inegociáveis, mesmo em tempos de guerra: não se atacam crianças. Não se bombardeiam escolas. Hospitais não são alvos. Combatentes feridos têm direito a tratamento médico. Jornalistas devem poder circular com segurança para cumprir seu trabalho
Entre o clarão dos mísseis e o apagão do Sistema Internacional: a escalada militar no Oriente Médio
A algoritmização da morte e a política de guerras preventivas transformam crises regionais em riscos globais
8 de março em tempos de antifeminismo: por que radicalizar as lutas feministas?
Como algumas mulheres podem negar que o simples fato de nascermos mulheres já nos coloca em uma posição de desigualdade estrutural?
Capitalismo carcerário
Comentários sobre o livro da abolicionista penal Jackie Wang, em lançamento no Brasil
O teto de gastos não deve ser furado, mas eliminado
O teto de gastos não deve ser furado, mas eliminado definitivamente. Trata-se de uma regra fiscal perversa que impossibilita dar respostas aos problemas advindos das pandemia de Covid-19 nas áreas de saúde, educação, assistência social e geração de emprego e renda, entre outras
Indígenas demandam serem ouvidos nas negociações sobre clima
Governos, empresas, fundos privados e bancos anunciam bilhões em investimento em florestas na COP26. Falas dos indígenas têm sido destaque nas discussões e seu protagonismo na proteção das florestas reconhecido
Saúde Global na Cúpula do G20 em Roma
A presidência italiana do G20 escolheu focar nos pilares da Agenda 2030 da ONU: povo, planeta e prosperidade. Seis anos após a adoção da Agenda e dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável a escolha foi acertada. Porém não há razão para ser otimista em relação aos resultados da Cúpula do G20
COP26 tem o desafio de ampliar representatividade e garantir direitos
Entre os dias 28 e 30 de outubro aconteceu em Glasgow a 6ª reunião do Grupo de Trabalho Facilitador da Plataforma de Comunidades Locais e Povos Indígenas (LCIPP, na sigla em inglês) da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCCC).
Espera passiva pela eleição de Lula é exercício de muita ingenuidade
A provável eleição de Lula, em 2022, é o fio de esperança que funciona quase como um álibi para a inação. Do inferno bolsonarista passaríamos, de um dia para o outro, ao paraíso lulista
A 2ª etapa da reforma tributária
O Projeto de Lei nº 2337/2021 foi aprovado na Câmara dos Deputados e segue para apreciação no Senado Federal. Se aprovado, seguirá para a sanção presidencial e estará sujeito a vetos
Poder econômico e disputas políticas no setor de planos de saúde
A ANS tomou medidas em sua história que contrariam os interesses dos consumidores, como os tetos de reajustes bem acima da inflação. No entanto, dentro do estreito leque regulatório da agência, a direção geral foi no sentido de uma proteção incremental ao consumidor. Isso significa que a saúde suplementar é bem regulada e que o empresariado tem pouca influência e/ou é pouco beneficiado nas decisões no setor?
Um dia de luta
Que este Dia do Servidor Público sirva para reforçar o trabalho prestado por aqueles que atuam em prol da população, independente de governos, falta de insumos ou material humano
O homem que enterrou Hitler
Confira resenha do livro O homem que enterrou Hitler, dos jornalistas Marcelo Netto e Aldo Gama
Nativos ou cretinos digitais do capitalismo?
Vários estudos já realizados mostram a nocividade pedagógica das políticas de digitalização do sistema escolar
A estagnação econômica brasileira à luz da prosperidade sul coreana
Industrializações tardias requerem uma maior participação do Estado, haja vista que a oligopolização do setor externo inibe a entrada de novos participantes
Entrando em consenso: democracia e dignidade para a erradicação da pobreza
Pesquisadores da Unicamp e da Universidade de Cardiff estão investigando o que brasileiras e brasileiros pensam ser necessário para que se tenha um padrão de vida digno
Os dois Brasis que irão à COP26
Felizmente não existe apenas o Brasil de Bolsonaro. Há um Brasil mais evoluído, sintonizado com o seu tempo e que agrega atores com responsabilidade social
A ascensão do bolsonarismo e a tempestade perfeita da sindemia de Covid-19
A ascensão do bolsonarismo no Brasil do século XXI promoveu uma reorganização da estrutura social brasileira, não somente nos âmbitos político e social coletivo, mas no cerne das famílias e das relações afetivas das amizades mais próximas
A verdade tem estrutura de Round 6
Se os sonhos são a realização de desejos reprimidos, daqueles pensamentos que seriam insuportáveis na vigília, uma série não teria função semelhante? Round 6 vem como expressão de uma sociedade castradora (corte, divisão, separação) que integra o nosso cotidiano [com spoilers da série]
O combate ao trabalho escravo no Brasil
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos, passados vinte anos de sua primeira visita ao Brasil, divulgou um recente relatório sobre a situação nacional dos direitos humanos no país
As origens destrutivas do agronegócio no Brasil e a miséria da sua “gestão produtiva”
Na miséria da ideologia do agronegócio e na crise do sujeito e do Estado modernos expressas no bolsonarismo, a guerra (da produção desesperada) parece se centrar propriamente nas armas de fogo e no fogo que arde nas florestas e campos
O garimpo dos ossos e o apagão dos programas sociais brasileiros
Uma espécie de “garimpo dos ossos” se espalha pelo país como forma de sobrevivência. É um retrocesso que não pode ser naturalizado. Há um percurso do qual emerge que não está relacionado apenas à crise econômica. Configura-se mediado pelo apagão dos programas sociais, sistematicamente impulsionado pela política econômica de anos recentes
Helião tinha razão
O Brasil de 2021 se reencontra com aquele país do fim do século passado – cantado com angústia pelo rap nacional

