Diplô Online
Trump e a criação do modelo paleoconservador de projeção de poder
Uma “operação de polícia global” conduzida pelo Departamento de Justiça que substituiu o messianismo democrático neoconservador
A COP30, a Universidade e a Amazônia como horizonte de governança climática
A realização da COP30 em Belém reconfigurou o cenário político da governança climática global
A política externa dos EUA e a música como leitura do poder
A música política atravessa diferentes momentos históricos sem perder relevância interpretativa
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Amazônia, entre o diálogo com o mundo e a urgência climática do século
O mundo precisa compreender que a Amazônia não é um vazio a ser ocupado, mas um território habitado
Cadê o dinheiro para o Clima?
A lógica colonial segue a mesma, o dinheiro não chega e a conta não fecha
A chacina fluminense e o estado permanente de guerra
No Brasil não temos pena de morte como mecanismo legal, mas existe uma autorização social, política e econômica para chegar nas favelas e regiões periféricas “atirando na cabecinha”
A dor da cor: a maior chacina da democracia brasileira e o Rio de Janeiro
Como uma megaoperação legitima a morte, ou mais ainda, as vidas que não podem ser consideradas ou perdidas, se não forem primeiro, consideradas como vida
Por um futuro que não repita o passado
Em todas as regiões brasileiras, famílias residentes em favelas e cortiços, onde, não coincidentemente, cerca de 70% delas é negra (TETO, 2017), têm o agravante de concentrarem muitas das 3 milhões de famílias em situação de coabitação (quando mais de uma família divide a mesma casa) e das quase 320 mil famílias que vivem com mais de 3 moradores dormindo no mesmo cômodo.
Política da morte e a reconstrução da cidadania
Onde o controle vertical foi experimentado e mantida a circulação das pessoas, houve uma disseminação mais rápida e ampla do vírus, o que fez com que se voltasse atrás ao se perceber o erro – como é o caso da Itália e do Reino Unido. A comparação de China e Coreia do Sul com Itália e Espanha sugere que aqueles que relutaram em suspender o grosso da atividade econômica têm enfrentado desafios maiores que os demais.
Notas sobre uma leitura feminista da pandemia
A estratégia de confinamento orientada pelas autoridades sanitárias vem criando condições de aumento exponencial da violência doméstica, conforme já constatado por registros na China e no estado do Rio de Janeiro. As ligações para o Disque 180 aumentaram em 9% e, na Baixada Santista (SP), a procura ao abrigo para mulheres em situação de violência triplicou.
O distanciamento social como forma de cuidado coletivo
Em tempos de pandemia e de um governo ultra-neoliberal de extrema-direita no Brasil, a pandemia de covid-19 coloca em relevo a fabricação de uma dicotomia visível e ilusória entre o cuidado individual, cujo alvo é manter a biologia individual em um pólo que se considera saudável, e o cuidado coletivo, que visa impedir o espraiamento do vírus por meio do distanciamento e o isolamento social.
A pandemia e o senso de coletividade
A racionalidade neoliberal nos constrói, nos atravessa subjetivamente para que façamos de nós microempresas, empresários e negociantes de nós mesmos. Nosso modo de nos relacionar é individualista porque é competitivo. E a competitividade é um valor generalizado e naturalizado a tal ponto que não percebemos isso.
Bolsonaro, a pandemia e o compromisso com o mercado
A manutenção da disputa política em alta voltagem segue sendo outro alicerce político de Jair Bolsonaro. Na linha do seu jogo de luz e sombra em relação ao Congresso Nacional (Câmara e Senado), e às medidas adotadas pelos governadores, soma-se à sua plataforma discursiva a reiterada minimização dos efeitos da pandemia do novo coronavírus, contrariando mais uma centena de países.
Falta da merenda escolar prejudica as famílias de baixa renda
Sem aulas, os alunos das redes públicas municipal e estadual ficaram sem a merenda, que, para muitas crianças e adolescentes, representa a principal (e às vezes única) refeição do dia.
Reflexões sociológicas da quarentena
Diante da emergência planetária atual provocada pelo Covid-19 mais uma vez o indivíduo da sociedade global contemporânea vai experimentar sua existência em termos de crise. Trata-se de uma nova experiência de crise. Inédita. Que, em razão da magnitude dos efeitos globalizados em níveis sanitários, econômicos, sociais, políticos proporciona às pessoas repensarem suas vidas em relação às dimensões temporais passado, presente e futuro. A atual pandemia as obriga em assumir uma disposição de reflexividade diante de algumas questões fundamentais. Sobressai, entre outras, a da controvérsias públicas em torno das ciências.
A queda de braço entre governadores e Bolsonaro
Desde o início do governo de Jair Bolsonaro os governadores têm adotado maior ativismo no campo das relações internacionais, sobretudo na temática envolvendo as mudanças climáticas e a questão ambiental de maneira mais ampla sempre em contraposição à conduta adotada pelo governo federal.
Jair Bolsonaro: massa, vírus e poder
O encontro do anseio autoritário com o coronavírus evidencia o projeto de destruição em ampla escala de Jair Bolsonaro
Nancy Fraser: “O neoliberalismo não se legitima mais”
Uma das principais teóricas da segunda onda do feminismo nos Estados Unidos, Fraser afirma que estamos hoje diante de uma crise de grandes proporções que coloca em xeque a legitimidade do neoliberalismo e, junto com ele, a de um tipo liberal e corporativista de feminismo, preocupado exclusivamente em garantir uma maior presença de mulheres em cargos de liderança.
O impeachment e a luta do povo
O impeachment teria um valor civilizatório, sinalizando importante ganho de qualidade no processo de maturação da consciência política do povo brasileiro. Sim, a questão central do impeachment não é tanto “quem assume”, mas o fato de que Bolsonaro não apresenta condições mínimas para exercer a chefia do Estado brasileiro.
O que é o vírus e quem nós somos?
Ao questionarmos sobre a origem da pandemia, caímos novamente em uma pergunta cada vez mais longe de ser respondida
Pandemia e a globalização da saúde no Reino Unido e Itália
Como esperado, são os governos que estão tomando a dianteira nas tentativas de reorganização social neste momento de pandemia. E diante da necessidade urgente de ação fica mais evidente os tipos de ações tomadas de acordo com os tipos de governos e regimes políticos de cada país.
O massacre como entretenimento, o entretenimento como massacre
A junção entre pandemia e hiperconexão nos dá a oportunidade de transmitir e assistir o sofrimento em tempo real. Os efeitos dessa novidade precisam ser explicitados para que possamos compreender as camadas subjetivas da crise do coronavírus.
Estado e cooperação internacional na luta contra o coronavírus
A discussão a respeito da internação compulsória de indivíduos portadores de doenças infecciosas já ocorria para casos de tuberculose, por exemplo. Há numerosas recomendações e decisões judiciais que permitem o internamento compulsório para a continuidade do tratamento contra a referida doença. Também nas circunstâncias atuais, de guerra contra o Covid-19, o direito à saúde coletiva se sobressai ao direito à liberdade individual dos que estão contagiados ou com grave suspeita de contágio pelo Sars-CoV2.
Reduzir ou suspender salários é solução para manter emprego?
Qual o fator que prevalece sobre o mercado de trabalho com vistas à manutenção do nível de emprego: redução de custos e queda na demanda? Mais um artigo imperdível do Observatório da Economia Contemporânea
No longo prazo todos estaremos mortos!
Apesar de praticamente todo o mundo desenvolvido estar fazendo grandes pacotes de intervenção na economia, no Brasil uma parte ainda defende ajuste fiscal e controle das contas, mesmo nessa situação de calamidade.
“Fora Bolsonaro”: por que isso é urgente?
Agora com a pandemia do coronavírus, a desestruturação do Estado e dos serviços públicos, comandada por Paulo Guedes, assim como o comportamento irresponsável, errático e alucinado de Bolsonaro, adentrando o campo da insanidade mental, colocam em risco a vida de milhares de brasileiros
É hora de comemorar, presidente?
É impressionante a irresponsabilidade daquele que ocupa a chefia da nação e que deveria nos conduzir com sobriedade nesse momento tão difícil

