Junho 2016

Edição 107

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E agora, o que fazer?

E agora, o que fazer?

O golpe no Brasil mostra como a democracia, mesmo limitada ao processo eleitoral, incomoda as classes dominantes. Mostra também que as forças progressistas não podem jogar todas as suas esperanças nas eleições ou na luta dentro das instituiçõesLuis Felipe Miguel


O QUE FAZER

Sobre flores e pedras

O que fazer após o afastamento da presidenta Dilma Rousseff, concretizado no dia 12 de maio? O Le Monde Diplomatique Brasil convidou pensadores e lutadores sociais de diversos matizes para debater como lidar com a crise e trabalhar com certos elementos, como a guerra das ideias, as eleições municipais de outubro e a orManuela d’Ávila


O QUE FAZER

A saída é pela cultura

O que fazer após o afastamento da presidenta Dilma Rousseff, concretizado no dia 12 de maio? O Le Monde Diplomatique Brasil convidou pensadores e lutadores sociais de diversos matizes para debater como lidar com a crise e trabalhar com certos elementos, como a guerra das ideias, as eleições municipais de outubro e a orPaulo Petersen


O QUE FAZER

Como organizar a resistência aos ataques aos direitos?

O que fazer após o afastamento da presidenta Dilma Rousseff, concretizado no dia 12 de maio? O Le Monde Diplomatique Brasil convidou pensadores e lutadores sociais de diversos matizes para debater como lidar com a crise e trabalhar com certos elementos, como a guerra das ideias, as eleições municipais de outubro e a orGuilherme Carvalho


O QUE FAZER

A lógica do sistema de poder brasileiro

O que fazer após o afastamento da presidenta Dilma Rousseff, concretizado no dia 12 de maio? O Le Monde Diplomatique Brasil convidou pensadores e lutadores sociais de diversos matizes para debater como lidar com a crise e trabalhar com certos elementos, como a guerra das ideias, as eleições municipais de outubro e a orCarlos Humberto Campos


O QUE FAZER

Para onde vamos?

O que fazer após o afastamento da presidenta Dilma Rousseff, concretizado no dia 12 de maio? O Le Monde Diplomatique Brasil convidou pensadores e lutadores sociais de diversos matizes para debater como lidar com a crise e trabalhar com certos elementos, como a guerra das ideias, as eleições municipais de outubro e a orPablo Ortellado


O QUE FAZER - ENTREVISTA

União das frentes

O que fazer após o afastamento da presidenta Dilma Rousseff, concretizado no dia 12 de maio? O Le Monde Diplomatique Brasil convidou pensadores e lutadores sociais de diversos matizes para debater como lidar com a crise e trabalhar com certos elementos, como a guerra das ideias, as eleições municipais de outubro e a orMatheus Lima


O QUE FAZER - ENTREVISTA

Continuar ocupando

O que fazer após o afastamento da presidenta Dilma Rousseff, concretizado no dia 12 de maio? O Le Monde Diplomatique Brasil convidou pensadores e lutadores sociais de diversos matizes para debater como lidar com a crise e trabalhar com certos elementos, como a guerra das ideias, as eleições municipais de outubro e a orAllan Santos da Rosa


O QUE FAZER - ENTREVISTA

Como resolver a crise política?

O que fazer após o afastamento da presidenta Dilma Rousseff, concretizado no dia 12 de maio? O Le Monde Diplomatique Brasil convidou pensadores e lutadores sociais de diversos matizes para debater como lidar com a crise e trabalhar com certos elementos, como a guerra das ideias, as eleições municipais de outubro e a orJoão Pedro Stédile


O QUE FAZER - ENTREVISTA

“O golpe trouxe à tona algumas questões importantes”

O que fazer após o afastamento da presidenta Dilma Rousseff, concretizado no dia 12 de maio? O Le Monde Diplomatique Brasil convidou pensadores e lutadores sociais de diversos matizes para debater como lidar com a crise e trabalhar com certos elementos, como a guerra das ideias, as eleições municipais de outubro e a orIvo Lesbaupin


O QUE FAZER - ENTREVISTA

Nada a temer

O que fazer após o afastamento da presidenta Dilma Rousseff, concretizado no dia 12 de maio? O Le Monde Diplomatique Brasil convidou pensadores e lutadores sociais de diversos matizes para debater como lidar com a crise e trabalhar com certos elementos, como a guerra das ideias, as eleições municipais de outubro e a orIsabel Loureiro


EXTREMA DIREITA

O gabinete do Dr. Fantástico

Os tratados europeus compõem, de fato, um himalaia de proibições, regras e expurgos (“reformas”). Administrá-los com rigor não obriga ninguém a entender seu sentido.Serge Halimi


REINO UNIDO DECIDE SE DEIXA A UNIÃO EUROPEIA

“Brexit” provoca mal-estar entre os trabalhistas

“O Reino Unido deve continuar membro da União Europeia?” Os britânicos respondem a esta questão no dia 23 de junho, sob o olhar preocupado dos dirigentes europeus.Renaud Lambert


A SUCESSÃO DE BAN KI-MOON ESTÁ ABERTA

Secretário-geral das Nações Unidas, um trabalho impossível

O processo de substituição de Ban Ki-moon no cargo de secretário-geral das Nações Unidas está aberto. O novo nome será divulgado até o fim deste ano. Shashi Tharoor, autor deste artigo, foi secretário-geral adjunto antes de apresentar sua candidatura nas eleições de 2006Shashi Tharoor


OPOSIÇÃO INESPERADA A VLADIMIR PUTIN

Nas estradas da Rússia com os caminhoneiros indignados

A crise social pode ofuscar o sucesso diplomático da Rússia? Neste outono, as manifestações de caminhoneiros contra um novo imposto trouxeram a questão à tona. O governo logo apagou o incêndio e tratou o movimento de pequenos empreendedores oriundos da economia informal de um modo que ele se recusa a tratar outras cateHélène Richard


PARAGUAI E BRASIL

“Parlamentarismo deslocado” e a “ponte da amizade”

O golpe contra o governo Lugo colocou o Paraguai na contramão do progressismo da região; o golpe contra Dilma colocaria o progressismo na contramãoHenrique Ferreira


O PERU ENTRE A FILHA DO EX-DITADOR E UM BANQUEIRO DE WALL STREET

Duas opções: direita ou direita

Direita reacionária ou direita ultraliberal? A opção dada aos peruanos no segundo turno da eleição presidencial, em 5 de junho, marca uma nova etapa da virada conservadora na América Latina.Amanda Chaparro


EM DEFESA DE DIREITOS CONQUISTADOS

Armas de fogo e o caleidoscópio simbólico

A revogação do Estatuto do Desarmamento, pronta para ser votada no plenário da Câmara dos DeputadosSérgio Adorno e Renato Sérgio de Lima


INÍCIO DO GOVERNO INTERINO

Cavalo de pau nas políticas sociais

Qual é a concepção de projeto para o Brasil que está aí reinando? A de uma sociedade mais democrática e igualitária? Ou a de um país que “precisa voltar a gerar lucro”, custe a quem custar (isto é, aos pobres e trabalhadores)?Amélia Cohn


SAÚDE

Indústria da doença, lucro vertiginoso

O setor privado financia a grande mídia, que aceita o jogo imoral por ele praticado. Ao assistirmos aos principais telejornais, observamos o ataque orquestrado ao sistema público de saúde, dando ênfase apenas às falhas, tratadas como corriqueiras. Já os problemas do setor privado não são exibidosLeandro Farias


ESTADOS UNIDOS

Suprema Corte dita os passos das eleições

Raramente a Suprema Corte dos Estados Unidos chamou tanta atenção durante uma campanha eleitoral. Criticada por Trump e Sanders por ter desregulado o financiamento de campanha, ela é alvo de uma disputa entre republicanos e democratas: quem nomeará o sucessor do juiz Scalia e inclinará a jurisdição para seu lado?Anne Deysine


A BATALHA PELO MAR DA CHINA MERIDIONAL

Por algumas pedras a mais…

Provocado pelas Filipinas, o Tribunal Permanente de Arbitragem de Haia deve se pronunciar sobre o conflito que opõe Manila a Pequim no Mar da China Meridional. Não é o único contencioso na disputa pelas ilhotas que envolvem China, Vietnã, Filipinas, Malásia e Brunei. Tensões cada vez mais perigosas…Didier Cormorand


CARREIRA OU FILHOS, É PRECISO ESCOLHER

As japonesas e o trabalho

Quase duas em cada três japonesas encerram a carreira quando se tornam mães. Cuidados com as crianças, falta de perspectiva profissional, discriminação, assédio: as razões são muitas. O fenômeno mergulha o país em uma situação alarmante, já que, com o envelhecimento da população, o arquipélago pode perder até 6,4 milhõJohann Fleuri


CINEMA

Além do urso-polar

Mostrar os efeitos das mudanças climáticas diretamente na vida das pessoas talvez seja um caminho acurado a seguir para mobilizar o público. Afinal, uma coisa é ler previsões com gráficos, tabelas e mapas sobre o aumento do nível do mar no Pacífico e informar que ilhas irão desaparecer; outra é dar voz a indivíduos quMônica C. Ribeiro


EDITORIAL

Futuro sombrio

Silvio Caccia Bava