Diplô Online
O Brasil e o colapso anunciado da água
O agravamento do desequilíbrio climático, na realidade, intensifica um problema estrutural já existente: a deterioração progressiva dos ecossistemas responsáveis pela manutenção do ciclo hidrológico
O que acontece com a vida psíquica quando o lucro se torna a medida de tudo?
O sofrimento deixa de ser um acidente e se torna parte estrutural de um sistema que coloca o lucro acima das pessoas, refinando continuamente suas tecnologias de controle, vigilância e violência
O dia em que participei de um evento ecumênico em um centro islâmico
Por que é tão difícil existir encontros ecumênicos, principalmente envolvendo religiões e comunidades do Oriente Médio?
Newsletter
Cadastre-se para receber os conteúdos do Diplô
Sede abundante
A chamada “falência da água” é uma crise de alcance global: diversas regiões do planeta enfrentam a convergência entre limites naturais e escolhas humanas mal calibradas
A ofensiva legislativa contra a proteção das infâncias
A educação domiciliar, ao restringir o convívio social, representa um retrocesso significativo na inclusão educacional
Itamar Vieira Júnior encerra a ‘Trilogia da Terra’ com ‘Coração sem medo’, romance sobre a luta dos trabalhadores urbanos e rurais
A obra lançada no segundo semestre de 2025 é um romance sobre o que permanece vivo mesmo quando a violência extrema atravessa e devasta as pessoas
Conheça o estado indiano de Kerala, com 16 mil cooperativas controladas por trabalhadores e trabalhadoras
No estado indiano de Kerala, milhares de cooperativas dirigidas por trabalhadores e trabalhadoras mostram como a organização popular e políticas de esquerda transformaram a economia, combateram a pobreza e criaram experiências concretas de um socialismo possível
“Liberdade” para quem?
No âmbito da pretensa liberdade, até a propriedade privada é uma teorização sob encomenda. Até porque é necessário grande esforço intelectual para ligar liberdade a propriedade privada, ou seja, puro exercício retórico, mero discurso.
Saúde global e diplomacia da saúde: o que esperar em 2022?
O desafio para 2022 é superar a pandemia e a imensa desigualdade sanitária e socioeconômica pelo mundo afora
Novos contornos da política mundial: um rápido olhar
Essa nova correlação de forças da geopolítica mundial levou, anos depois, ao fortalecimento de setores neofascistas que chegaram ao poder em diversos países, como os EUA com Trump, Brasil com Bolsonaro, e Polônia, Hungria no leste europeu, além da Ucrânia. No mesmo caminho, encontramos a Turquia, a Índia, as Filipinas, entre outros.
A fraude da austeridade fiscal e o colapso da Nova República Brasileira
O problema da democracia brasileira não é a falsa oposição entre liberalismo de esquerda e liberalismo de direita. A questão fundamental, tanto para a democracia, como para a economia é voltar a discutir um projeto nacional de desenvolvimento que recoloque novamente questões fundamentais em pauta, para além da obra ficcional da imprensa brasileira
Vacinas, passaportes e apartheids
Com argumentos rasos, ambíguos e deturpados, o presidente e membros de seu governo sequestraram um debate que deveria ter sido feito de maneira parcimoniosa, democrática e ciosa das controvérsias próprias ao fazer científico, transformando a crítica à medida em uma expressão de negacionismo equivalente a defender o uso de cloroquina ou ivermectina no tratamento contra a Covid-19
O preço da coerência é não discutir com negacionistas
Não tenho nenhum interesse em discutir com a Brasil Paralelo e sua turma o conteúdo das suas produções, mas não me furtarei um único minuto a debater com professores, estudantes e quem mais tiver interesse sobre o porquê de não reconhecer credibilidade naquilo que eles despejam na internet ou conseguem, lamentavelmente, incluir em alguns canais de TV como se fosse conteúdo de “história”.
Um país de muitas fomes
Enfrentar a fome hoje é um pressuposto ético e exige a adoção de medidas urgentes, acompanhadas de medidas de efeitos de médio e longo prazo
O que esperar do Chile este domingo?
A convergência e juventude podem e têm que fazer história neste domingo. Pois, ao contrário, o resultado significará um país que desperdiçará uma década, comprometendo uma geração inteira frente ao desafio de mudar a injusta realidade socioeconômica da maioria da população
No país do agro, estoques estratégicos de alimentos viram coisa do passado
O dramático derretimento dos estoques públicos, uma tendência iniciada ainda em 2013, acentuou-se no período Temer e chega ao ápice do desmonte no governo atual.
Por uma agricultura da vida no campo e na cidade
Após décadas de industrialização da agricultura, a maior parte das áreas agrícolas do Brasil está ocupada com grandes extensões de monoculturas transgênicas envenenadas, e o agronegócio segue devastando a terra, a natureza, comunidades e modos de vida
Na contramão mundial, Brasil insiste em desvalorizar manufatura
A baixa competitividade no cenário internacional, a perda de complexidade e a desindustrialização acarretam no aumento da vulnerabilidade e dependência de fornecedores estrangeiros
Esquerda não é sinônimo de comunismo
O comportamento do presidente Jair Bolsonaro e seus seguidores assemelha-se ao que observamos na Teoria da Securitização, desenvolvida pela Escola de Copenhagen, em que temas que não deveriam constar na pauta de segurança nacional são incluídos deliberadamente com fins escusos
Direitos humanos no Brasil: balanço e perspectivas
O governo brasileiro vem desmontando as poucas políticas públicas existentes de combate à violência de gênero, à LGBTfobia, ao racismo e a outras formas de preconceito contra grupos que não se enquadrem no padrão dominante
“Um segundo mandato de Bolsonaro é muito perigoso para a segurança climática”
No Dia Internacional dos Direitos Humanos, Marina Silva nos relembra os marcos e retrocessos da política ambiental no Brasil e faz um panorama da COP26. A ex-ministra do Meio Ambiente destaca três fatores-chave que ameaçam à democracia e à segurança climática do Brasil: a constante protelação de responsabilidades, o atual modelo de desenvolvimento e o mandato do presidente Jair Bolsonaro
2021, presente!
A tragédia se torna ainda mais dramática graças aos desastres do atual governo, o que era esperado, mas não na dimensão que tomou quando combinado com a pandemia
A escravatura atual chama-se fome
O colonialismo aqui iniciou em 1500 com a invasão portuguesa e, como Estado e como nação, seguimos desqualificando as questões estruturais responsáveis pela fome e o sofrimento social do povo
Entre a emergência e a radicalidade
“Eu acho que o que caracteriza minha trajetória é o ativismo”. Assim Jurema Werneck se apresentou quando questionada como gostaria de ser identificada neste artigo. A entrevista, prevista para durar até 40 minutos, ganhou ares de conversa e se estendeu por quase uma hora e meia, via plataforma online. Durante este tempo, falamos sobre um amplo conjunto de temas, passando pela agenda de direitos humanos no Brasil e caminhos para a superação de alguns – e não poucos – desafios para a sua implementação: “A gente tem que voltar aos tempos radicais”.
O emergir de uma nova diplomacia
O que a pandemia ensinou e como podemos nos preparar para os próximos anos?
Quando se fala de linguagem neutra, não é de linguagem neutra que se fala
Aquilo que muitos entendem como ‘natural’ na língua pode ser uma convenção, como no caso do masculino genérico. Leia artigo de Jana Viscardi sobre como a língua também figura como um espaço de disputa de poder
A participação popular na repressão soviética
Resenha do livro Terror e democracia nos tempos de Stálin: a dinâmica social da repressão, de Wendy Z. Goldman

